Ola pessoal estou aqui pra avisar que estou de volta tinha saido por uns tempos.
E quero avisar que voltei cheio de ideias para novas informações.
Eu vou fazer novas postagens assim que puder.
ATENCIOSAMENTE:ComputadorBrasil
terça-feira, 15 de maio de 2012
Fonte de alimentação
Aqui trago a nova geração eu não sabia pra que servia mais passou uma reportagem na televisão falando sobre essa peça ela é a fonte de alimentação e me interessei e resolvi estudar mais um pouco sobre ela
Vamos lá:
Fonte de Alimentação ATX - UMA VISÃO GERAL
Se há um componente que é absolutamente vital para a operação de um computador, este componente é a fonte de alimentação. Sem ela, o computador é apenas uma caixa inerte. Ela converte corrente alternada (CA) em corrente contínua (CC) necessária para o funcionamento do microcomputador. Neste artigo, iremos discutir como fontes de alimentação de PCs funcionam, seus principais conectores e o que a classificação de potência em watts significa.
A Fonte de Alimentação
Em um PC, a fonte de alimentação é uma caixa metálica normalmente encontrada em um canto do gabinete. A fonte de alimentação é visível na parte de trás de muitos microcomputadores porque ela contém os encaiches para os cabos de alimentação e um ventiladorzinho de refrigeração conhecido por fan.
Esta é uma fonte de alimentação removida do gabinete. A chave pequena vermelha serve para selecionar a tensão 110/220V, o plug de 3 pinos serve para ligar o cabo que vai na tomada e o orifício maior é ocupado pelo fan.
Tensões de 3,3 e 5 volts são tipicamente usadas pelos circuitos digitais, enquanto 12 volts é usado para funcionar motores de drives de disco e ventiladores. A principal especificação de uma fonte de alimentação é sua potência em watts. Um watt é o produto da tensão em volts pela corrente em amperes.
Atualmente você liga o PC por meio de um pequeno botão, e você desliga a máquina pelo menu de opção do sistema operacional. Estas características foram adicionadas ao padrão das fontes de alimentação já faz alguns anos. O sistema operacional envia um sinal para a fonte de alimentação que diz para ela desligar. A fonte de alimentação também tem um circuito que fornece 5 volts, chamado VSB para "tensão de espera" inclusive enquanto ela está "desligada", de forma que o botão a ligará ao ser pressionado e enviar o sinal.
Tecnologia de Chaveamento
Antes de 1980 as fontes de alimentação tendiam a ser pesadas e volumosas. Elas usavam transformadores grandes e pesados e capacitores enormes (alguns tão grandes quanto latas de refrigerante) para converter tensão da rede a 120 volts e 60 hertz em tensão contínua de 5 volts e 12 volts.
As fontes de alimentação chaveadas usadas atualmente são muito menores e mais leves. Elas convertem a corrente de 60-hertz (Hz, ou ciclos por segundo) para uma freqüência muito mais alta, significando mais ciclos por segundo. Esta conversão permite que um transformador pequeno, de peso leve, seja usado na fonte de alimentação para baixar a tensão de 110 volts (ou 220 em certos locais) para a tensão necessária ao componente de computador particular. A corrente alternada de alta freqüência provida por uma fonte de alimentação chaveada também é mais fácil de ser retificada e filtrada quando comparada à tensão de 60-Hz original, reduzindo as variações na tensão para os componentes eletrônicos sensíveis existentes no computador.
Nesta foto você pode ver três pequenos transformadores (amarelos) no centro. À esquerda há 2 capacitores eletrolíticos. As peças de alumínio largas são dissipadores de calor. O dissipador de calor a esquerda tem transistores presos a ele. São estes transistores que fazem o chaveamento - eles provêm alta freqüência aos transformadores. No dissipador de calor da direita há diodos que retificam o sinal de corrente alternada e os transformam em corrente contínua.
Uma fonte de alimentação chaveada puxa somente a potência de que precisa da rede elétrica. As tensões e correntes típicas providas por uma fonte de alimentação são mostradas no rótulo da mesma
Rótulo de uma fonte de alimentação de microcomputador.
Padronização das fontes de alimentação
Com o passar do tempo, houve pelomenos seis diferentes padrões de fonte de alimentação para computadores pessoais. Recentemente, a indústria concordou em usar o padrão baseado nas fonte de alimentação ATX. Esta por sua vez é uma especificação de indústria que significa que a fonte de alimentação tem as características físicas para ajustar em um encapsulamento ATX padrão e as características elétricas para trabalhar com uma placa mãe ATX.
Os cabos de fontes de alimentação de PCs usam conectores que tornam difícil a ligação errada da fonte ao componente. Os fabricantes de fan também freqüentemente usam os mesmos conectores que os usados nos cabos de drives de disco, permitindo que um fan obtenha os 12 volts facilmente. Fios de cores codificadas e conectores de padrão industrial tornam possível que o consumidor tenha muitas escolhas para a substituição da fonte de alimentação.
Conector principal de alimentação da placa mãe
O conector principal que liga a placa mãe à fonte ATX é o Molex 39-29-9202 (ou equivalente) de 20 pinos, conector estilo ATX (veja figura abaixo). Primeiramente usado na fonte de alimentação ATX, também é usado na forma SFX ou qualquer outra variação baseada na ATX. As cores para os fios listados na tabela abaixo são as recomendadas pelo padrão ATX; porém, elas não são requeridas para complacência à especificação, assim elas podem variar de fabricante para fabricante.
Conector de alimentação auxiliar
Com o avanço da tecnologia das placas mães e processadores, a necessidade de potência ficou maior. Em particular, foram projetados chipsets e DIMMs para funcionar em 3.3v, aumentando a demanda de corrente naquela tensão. Além disso, a maioria das placas incluem reguladores de tensão na CPU para converter +5v nos níveis de tensão sem igual requeridos pelos processadores que a placa suporta. Eventualmente, as altas demandas de corrente nas saídas de +3.3v e +5v estavam provando ser muito para o número e medida dos fios usadas. Conectores derretidos estavam se tornando mais e mais comuns com o aquecimento excessivo dos fios.
Finalmente, a Intel modificou a especificação de ATX para somar um segundo conector de alimentação para as placas mães de padrão ATX. O critério era que se a placa mãe precisasse mais que 18A de +3.3v de potência, ou mais que 24A de +5v de potência, um conector auxiliar seria definido para levar a carga adicional. Estes níveis mais altos de potência normalmente são necessários em sistemas que usam de 250 watt a 300 watt ou mais.
Este é um conector de tipo Molex de 6 pinos (veja figura abaixo). É feito para prevenir desencaixe.
Se sua placa mãe não tem encaixe para um conector auxiliar, é porque ela não foi projetada para consumir uma grande potência, e o conector auxiliar da fonte de alimentação pode ser deixado desconectado. Se sua fonte de alimentação é de 250 watts ou mais, você deveria assegurar que exista este conector e que sua placa mãe seja capaz de aceitá-lo. Pois o conector auxiliar alivia a carga no conector de alimentação principal.
Conector ATX12V
A alimentação do processador vem de um dispositivo chamado módulo regulador de tensão (Voltage Reguler Module - VRM) que é construído na maioria das placas mães modernas. Este dispositivo sente as tensões requeridas pela CPU (normalmente por pinos do processador) e se calibra para prover a tensão para funcionar a CPU. O desenho de um VRM permite que a tensão de entrada seja de 5v ou 12v. A maioria usou 5v durante anos, mas muitos estão convertendo agora para 12v por causa das mais baixas exigências de corrente àquela tensão. Além disso, os 5v já poderiam ser carregados através de outros dispositivos, considerando que, tipicamente, só motores usam os 12v. Se o VRM em sua placa usa 5v ou 12v depende da placa mãe particular ou do desenho do regulador. Muitos reguladores de tensão modernos são circuitos integrados projetados para funcionar com entrada entre 4v e 36v, assim cabe ao desenhista da placa mãe planejar como eles serão configurados.
Embora a maioria dos projetos de VRM de placas mães desde o Pentium III ao Athlon/Duron usem reguladores de 5 volts, há uma transição para usar reguladores de 12v. Isto ocorre porque a tensão mais alta reduzirá a corrente significativamente. Como um exemplo, usando a mesma CPU AMD Athlon 65W 1GHz, você obtém menos corrente com os vários níveis de tensão mostradas na tabela abaixo.
Como você pode ver, usando 12v para alimentar o chip resulta em apenas 5.4A de corrente, ou 7.2A assumindo 75% de eficiência por parte do regulador.
Assim, modificar o circuito VRM da placa mãe para usar os +12v de alimentação parecia simples. Infelizmente, o desenho padrão ATX 2.03 de fonte de alimentação tem apenas uma única saída de +12v no conector de alimentação principal. O conector auxiliar não tem nenhuma saída de +12v, de forma que não há nenhuma ajuda para a modificação. Saindo acima de 8A de um único fio de 18ga. que provê +12v de alimentação à placa mãe é uma receita para um conector derretido.
Para aumentar a alimentação em +12v na placa mãe, a Intel criou uma nova especificação ATX12V. Ela soma um terceiro conector de alimentação, chamado de conector ATX12V, especificamente para prover +12v à placa mãe. Este conector é mostrado na figura abaixo.
Se você está substituindo sua placa mãe por uma nova que requer a conexão ATX12V para o regulador de tensão da CPU, e sua fonte de alimentação não tem aquele conector, uma solução fácil está disponível. Somente converta um dos conectores de alimentação periféricos a um tipo ATX12V. Existe um adaptador que pode transformar qualquer fonte de alimentação ATX padrão em uma com um conector ATX12V. A questão não é se a fonte de alimentaão pode gerar os 12v necessários — que sempre estiveram disponíveis pelos conectores periféricos. O adaptador ATX12V mostrado na figura abaixo resolve o problema de conector muito bem.
Conector Opcional ATX
A especificação ATX também define um conector de seis pinos opcional. Este conector tem duas filas de três pínos cada para prover os sinais e tensões. O computador pode usar estes sinais para monitorar e controlar o cooling fan, pode monitorar os +3.3v fornecidos à placa mãe, e pode prover alimentação e terra a dispositivos IEEE 1394 (FireWire).
Este conector passou por várias revisões em sua pinagem desde sua primeira publicação, e ainda não existem muitas placas mães ou fontes de alimentação que realmente possuam este conector. Na realidade, o guia de desenho mais recente ATX/ATX12V de fonte de alimentação publicado pela Intel, "Detalhes do 2x3 'Conector de Alimentação Opcional' mencionado na Especificação ATX 2.03 é omitido deste guia de desenho até que o conector esteja melhor definido."
Interruptor
Três tipos principais de interruptores são usados em PCs. Eles podem ser descritos como segue:
Interruptor CA Integrante a Fonte de Alimentação;
Interruptor CA do Painel Frontal;
Interruptor Controlado do Painel Frontal da Placa Mãe.
Os primeiros sistemas tiveram interruptores integrados ou construídos diretamente na fonte de alimentação, que se tornou o principal interruptor CA de ligar e desligar o sistema. Este era um desenho simples, mas porque a fonte de alimentação era montada na parte traseira ou ao lado do sistema, requeria que se estendesse a mão ao redor até a parte de trás para chavear o interruptor. Também, chaveando a alimentação CA diretamente significava que o sistema não podia ser iniciado remotamente sem hardware especial.
Nos finais dos anos 80 os sistemas começaram a usar interruptores localizados no painel frontal do gabinete. Estes eram essencialmente o mesmo desenho de fonte de alimentação que o primeiro tipo. A única diferença é que o interruptor de CA estava agora remotamente montado (normalmente no painel dianteiro do chassi), em lugar de integrado na unidade de fonte de alimentação, e conectado à fonte de alimentação por um cabo de quatro fios. O cabo da fonte de alimentação para o interruptor contém quatro fios de cores codificadas. Além disso, um quinto fio para suprir gnd pode ser incluído.
Isto resolveu o problema ergonômico de alcançar o interruptor, mas ainda não habilitou sistema remoto ou automatizado de ligar e desligar o equipamento sem hardware especial. Mais, você agora tem um interruptor de 120v CA montado no chassi, com fios que levam tensão perigosa pelo sistema. Alguns destes fios estão quentes a qualquer momento em que o sistema é plugado (tudo estará quente com o sistema ligado), criando um ambiente perigoso para a pessoa comum ao mecher no hardware.
CUIDADO
Pelo menos duas saídas do interruptor frontal que conduz a um interruptor de CA montado em fontes AT/LPX é energizado a toda hora com 115v CA. Você poderia ser eletrocutado se tocar os fins destes fios com a fonte de alimentação plugada, até mesmo se a unidade estiver desligada! Por isto, sempre tenha certeza que a fonte de alimentação esteja desconectada da tomada antes de conectar ou desconectando o interruptor ou antes de tocar em quaisquer dos fios ligados a fonte.
Os quatro ou cinco fios são de cores codificadas como segue:
Marrom e azul. Estes fios são os fase e neutro da tomada de 110v para a fonte de alimentação. Estes sempre estão quentes quando a fonte de alimentação estiver plugada.
Preto e branco. Estes fios conduzem CA do interruptor para a fonte de alimentação. Estes fios só deveriam estar quentes quando a fonte de alimentação estiver plugada e o interruptor ligado.
Verde ou verde com uma faixa amarela. Esta é o fio GND. Deve ser conectado ao chassi do PC e deve ajudar a aterrar a fonte de alimentação.
No interruptor, as abas para os fios são normalmente de cores codificadas; se não, você achará que a maioria dos interruptores tem duas abas paralelas e duas abas angulares. Se o interruptor não tiver nenhuma codificação de cor, plugue os fios azul e marrom nas abas que estão paralelas e os fios preto e branco nas abas que são angulares. Se nenhuma das abas é angular, simplesmente tenha certeza que os fios azul e marron são plugados nas abas que estão mais próximas uma da outra em um lado do interruptor e os fios preto e branco nas abas que estão mais próximas do outro lado.
Veja a figura abaixo como um guia:
Contanto que os fios azul e marrom estejam fixados em um conjunto de abas e os fios preto e branco no outro conjunto, o interruptor e a fonte funcionarão corretamente. Se você misturar os fios incorretamente, você terá um curtocircuito.
Todas as fontes ATX e subseqüentes que empregam o conector de 20 pinos para a placa mãe usam o sinal PS_ON para ligar o sistema. Como resultado, o interruptor remoto não controla fisicamente o acesso da fonte de alimentação aos 110v da rede, como nas fontes de alimentação antigas. Ao invés, o estado ligado ou desligado da fonte de alimentação é chaveado por um sinal PS_ON recebido no pino 14 do conector principal ATX.
O sinal PS_ON pode ser gerado fisicamente pelo interruptor do computador ou eletronicamente pelo sistema operacional. PS_ON é um sinal ativo baixo, significando que a saída da fonte de alimentação não está fornecendo tensão (o sistema está desligado) quando o sinal PS_ON está alto (maior que ou igual a 2.0v). Isto exclui os +5VSB (espera) no pino 9 que é ativo sempre que a fonte de alimentação é conectada a uma alimentação de CA. O sinal de PS_ON é mantido pela fonte de alimentação a 3.3v ou 5v. Este sinal é dirigido então pela placa mãe ao interruptor remoto na frente do gabinete. Quando o interruptor é apertado, o sinal de PS_ON é aterrado. Quando a fonte de alimentação percebe o sinal PS_ON (0.8v ou menos), a fonte de alimentação (e sistema) é ligado. Assim, o interruptor em um sistema estilo ATX (que inclui os sistemas NLX e SFX também) conduz até o limite de +5v CC, no lugar de 115v-230v CA dos padrões AT/LPX.
CUIDADO
A presença contínua do +5VSB no pino 9 do conector ATX significa que a placa mãe está sempre recebendo alimentação auxiliador da fonte de alimentação enquanto conectada a tomada, até mesmo quando o computador está desligado. Como resultado, é até mesmo mais crucial desilagar da tomada um sistema ATX de fonte de alimentação antes de trabalhar no hardware.
Vamos lá:
Fonte de Alimentação ATX - UMA VISÃO GERAL
Se há um componente que é absolutamente vital para a operação de um computador, este componente é a fonte de alimentação. Sem ela, o computador é apenas uma caixa inerte. Ela converte corrente alternada (CA) em corrente contínua (CC) necessária para o funcionamento do microcomputador. Neste artigo, iremos discutir como fontes de alimentação de PCs funcionam, seus principais conectores e o que a classificação de potência em watts significa.
A Fonte de Alimentação
Em um PC, a fonte de alimentação é uma caixa metálica normalmente encontrada em um canto do gabinete. A fonte de alimentação é visível na parte de trás de muitos microcomputadores porque ela contém os encaiches para os cabos de alimentação e um ventiladorzinho de refrigeração conhecido por fan.
Esta é uma fonte de alimentação removida do gabinete. A chave pequena vermelha serve para selecionar a tensão 110/220V, o plug de 3 pinos serve para ligar o cabo que vai na tomada e o orifício maior é ocupado pelo fan.
Tensões de 3,3 e 5 volts são tipicamente usadas pelos circuitos digitais, enquanto 12 volts é usado para funcionar motores de drives de disco e ventiladores. A principal especificação de uma fonte de alimentação é sua potência em watts. Um watt é o produto da tensão em volts pela corrente em amperes.
Atualmente você liga o PC por meio de um pequeno botão, e você desliga a máquina pelo menu de opção do sistema operacional. Estas características foram adicionadas ao padrão das fontes de alimentação já faz alguns anos. O sistema operacional envia um sinal para a fonte de alimentação que diz para ela desligar. A fonte de alimentação também tem um circuito que fornece 5 volts, chamado VSB para "tensão de espera" inclusive enquanto ela está "desligada", de forma que o botão a ligará ao ser pressionado e enviar o sinal.
Tecnologia de Chaveamento
Antes de 1980 as fontes de alimentação tendiam a ser pesadas e volumosas. Elas usavam transformadores grandes e pesados e capacitores enormes (alguns tão grandes quanto latas de refrigerante) para converter tensão da rede a 120 volts e 60 hertz em tensão contínua de 5 volts e 12 volts.
As fontes de alimentação chaveadas usadas atualmente são muito menores e mais leves. Elas convertem a corrente de 60-hertz (Hz, ou ciclos por segundo) para uma freqüência muito mais alta, significando mais ciclos por segundo. Esta conversão permite que um transformador pequeno, de peso leve, seja usado na fonte de alimentação para baixar a tensão de 110 volts (ou 220 em certos locais) para a tensão necessária ao componente de computador particular. A corrente alternada de alta freqüência provida por uma fonte de alimentação chaveada também é mais fácil de ser retificada e filtrada quando comparada à tensão de 60-Hz original, reduzindo as variações na tensão para os componentes eletrônicos sensíveis existentes no computador.
Nesta foto você pode ver três pequenos transformadores (amarelos) no centro. À esquerda há 2 capacitores eletrolíticos. As peças de alumínio largas são dissipadores de calor. O dissipador de calor a esquerda tem transistores presos a ele. São estes transistores que fazem o chaveamento - eles provêm alta freqüência aos transformadores. No dissipador de calor da direita há diodos que retificam o sinal de corrente alternada e os transformam em corrente contínua.
Uma fonte de alimentação chaveada puxa somente a potência de que precisa da rede elétrica. As tensões e correntes típicas providas por uma fonte de alimentação são mostradas no rótulo da mesma
Rótulo de uma fonte de alimentação de microcomputador.
Padronização das fontes de alimentação
Com o passar do tempo, houve pelomenos seis diferentes padrões de fonte de alimentação para computadores pessoais. Recentemente, a indústria concordou em usar o padrão baseado nas fonte de alimentação ATX. Esta por sua vez é uma especificação de indústria que significa que a fonte de alimentação tem as características físicas para ajustar em um encapsulamento ATX padrão e as características elétricas para trabalhar com uma placa mãe ATX.
Os cabos de fontes de alimentação de PCs usam conectores que tornam difícil a ligação errada da fonte ao componente. Os fabricantes de fan também freqüentemente usam os mesmos conectores que os usados nos cabos de drives de disco, permitindo que um fan obtenha os 12 volts facilmente. Fios de cores codificadas e conectores de padrão industrial tornam possível que o consumidor tenha muitas escolhas para a substituição da fonte de alimentação.
Conector principal de alimentação da placa mãe
O conector principal que liga a placa mãe à fonte ATX é o Molex 39-29-9202 (ou equivalente) de 20 pinos, conector estilo ATX (veja figura abaixo). Primeiramente usado na fonte de alimentação ATX, também é usado na forma SFX ou qualquer outra variação baseada na ATX. As cores para os fios listados na tabela abaixo são as recomendadas pelo padrão ATX; porém, elas não são requeridas para complacência à especificação, assim elas podem variar de fabricante para fabricante.
Conector de alimentação auxiliar
Com o avanço da tecnologia das placas mães e processadores, a necessidade de potência ficou maior. Em particular, foram projetados chipsets e DIMMs para funcionar em 3.3v, aumentando a demanda de corrente naquela tensão. Além disso, a maioria das placas incluem reguladores de tensão na CPU para converter +5v nos níveis de tensão sem igual requeridos pelos processadores que a placa suporta. Eventualmente, as altas demandas de corrente nas saídas de +3.3v e +5v estavam provando ser muito para o número e medida dos fios usadas. Conectores derretidos estavam se tornando mais e mais comuns com o aquecimento excessivo dos fios.
Finalmente, a Intel modificou a especificação de ATX para somar um segundo conector de alimentação para as placas mães de padrão ATX. O critério era que se a placa mãe precisasse mais que 18A de +3.3v de potência, ou mais que 24A de +5v de potência, um conector auxiliar seria definido para levar a carga adicional. Estes níveis mais altos de potência normalmente são necessários em sistemas que usam de 250 watt a 300 watt ou mais.
Este é um conector de tipo Molex de 6 pinos (veja figura abaixo). É feito para prevenir desencaixe.
Se sua placa mãe não tem encaixe para um conector auxiliar, é porque ela não foi projetada para consumir uma grande potência, e o conector auxiliar da fonte de alimentação pode ser deixado desconectado. Se sua fonte de alimentação é de 250 watts ou mais, você deveria assegurar que exista este conector e que sua placa mãe seja capaz de aceitá-lo. Pois o conector auxiliar alivia a carga no conector de alimentação principal.
Conector ATX12V
A alimentação do processador vem de um dispositivo chamado módulo regulador de tensão (Voltage Reguler Module - VRM) que é construído na maioria das placas mães modernas. Este dispositivo sente as tensões requeridas pela CPU (normalmente por pinos do processador) e se calibra para prover a tensão para funcionar a CPU. O desenho de um VRM permite que a tensão de entrada seja de 5v ou 12v. A maioria usou 5v durante anos, mas muitos estão convertendo agora para 12v por causa das mais baixas exigências de corrente àquela tensão. Além disso, os 5v já poderiam ser carregados através de outros dispositivos, considerando que, tipicamente, só motores usam os 12v. Se o VRM em sua placa usa 5v ou 12v depende da placa mãe particular ou do desenho do regulador. Muitos reguladores de tensão modernos são circuitos integrados projetados para funcionar com entrada entre 4v e 36v, assim cabe ao desenhista da placa mãe planejar como eles serão configurados.
Embora a maioria dos projetos de VRM de placas mães desde o Pentium III ao Athlon/Duron usem reguladores de 5 volts, há uma transição para usar reguladores de 12v. Isto ocorre porque a tensão mais alta reduzirá a corrente significativamente. Como um exemplo, usando a mesma CPU AMD Athlon 65W 1GHz, você obtém menos corrente com os vários níveis de tensão mostradas na tabela abaixo.
Como você pode ver, usando 12v para alimentar o chip resulta em apenas 5.4A de corrente, ou 7.2A assumindo 75% de eficiência por parte do regulador.
Assim, modificar o circuito VRM da placa mãe para usar os +12v de alimentação parecia simples. Infelizmente, o desenho padrão ATX 2.03 de fonte de alimentação tem apenas uma única saída de +12v no conector de alimentação principal. O conector auxiliar não tem nenhuma saída de +12v, de forma que não há nenhuma ajuda para a modificação. Saindo acima de 8A de um único fio de 18ga. que provê +12v de alimentação à placa mãe é uma receita para um conector derretido.
Para aumentar a alimentação em +12v na placa mãe, a Intel criou uma nova especificação ATX12V. Ela soma um terceiro conector de alimentação, chamado de conector ATX12V, especificamente para prover +12v à placa mãe. Este conector é mostrado na figura abaixo.
Se você está substituindo sua placa mãe por uma nova que requer a conexão ATX12V para o regulador de tensão da CPU, e sua fonte de alimentação não tem aquele conector, uma solução fácil está disponível. Somente converta um dos conectores de alimentação periféricos a um tipo ATX12V. Existe um adaptador que pode transformar qualquer fonte de alimentação ATX padrão em uma com um conector ATX12V. A questão não é se a fonte de alimentaão pode gerar os 12v necessários — que sempre estiveram disponíveis pelos conectores periféricos. O adaptador ATX12V mostrado na figura abaixo resolve o problema de conector muito bem.
Conector Opcional ATX
A especificação ATX também define um conector de seis pinos opcional. Este conector tem duas filas de três pínos cada para prover os sinais e tensões. O computador pode usar estes sinais para monitorar e controlar o cooling fan, pode monitorar os +3.3v fornecidos à placa mãe, e pode prover alimentação e terra a dispositivos IEEE 1394 (FireWire).
Este conector passou por várias revisões em sua pinagem desde sua primeira publicação, e ainda não existem muitas placas mães ou fontes de alimentação que realmente possuam este conector. Na realidade, o guia de desenho mais recente ATX/ATX12V de fonte de alimentação publicado pela Intel, "Detalhes do 2x3 'Conector de Alimentação Opcional' mencionado na Especificação ATX 2.03 é omitido deste guia de desenho até que o conector esteja melhor definido."
Interruptor
Três tipos principais de interruptores são usados em PCs. Eles podem ser descritos como segue:
Interruptor CA Integrante a Fonte de Alimentação;
Interruptor CA do Painel Frontal;
Interruptor Controlado do Painel Frontal da Placa Mãe.
Os primeiros sistemas tiveram interruptores integrados ou construídos diretamente na fonte de alimentação, que se tornou o principal interruptor CA de ligar e desligar o sistema. Este era um desenho simples, mas porque a fonte de alimentação era montada na parte traseira ou ao lado do sistema, requeria que se estendesse a mão ao redor até a parte de trás para chavear o interruptor. Também, chaveando a alimentação CA diretamente significava que o sistema não podia ser iniciado remotamente sem hardware especial.
Nos finais dos anos 80 os sistemas começaram a usar interruptores localizados no painel frontal do gabinete. Estes eram essencialmente o mesmo desenho de fonte de alimentação que o primeiro tipo. A única diferença é que o interruptor de CA estava agora remotamente montado (normalmente no painel dianteiro do chassi), em lugar de integrado na unidade de fonte de alimentação, e conectado à fonte de alimentação por um cabo de quatro fios. O cabo da fonte de alimentação para o interruptor contém quatro fios de cores codificadas. Além disso, um quinto fio para suprir gnd pode ser incluído.
Isto resolveu o problema ergonômico de alcançar o interruptor, mas ainda não habilitou sistema remoto ou automatizado de ligar e desligar o equipamento sem hardware especial. Mais, você agora tem um interruptor de 120v CA montado no chassi, com fios que levam tensão perigosa pelo sistema. Alguns destes fios estão quentes a qualquer momento em que o sistema é plugado (tudo estará quente com o sistema ligado), criando um ambiente perigoso para a pessoa comum ao mecher no hardware.
CUIDADO
Pelo menos duas saídas do interruptor frontal que conduz a um interruptor de CA montado em fontes AT/LPX é energizado a toda hora com 115v CA. Você poderia ser eletrocutado se tocar os fins destes fios com a fonte de alimentação plugada, até mesmo se a unidade estiver desligada! Por isto, sempre tenha certeza que a fonte de alimentação esteja desconectada da tomada antes de conectar ou desconectando o interruptor ou antes de tocar em quaisquer dos fios ligados a fonte.
Os quatro ou cinco fios são de cores codificadas como segue:
Marrom e azul. Estes fios são os fase e neutro da tomada de 110v para a fonte de alimentação. Estes sempre estão quentes quando a fonte de alimentação estiver plugada.
Preto e branco. Estes fios conduzem CA do interruptor para a fonte de alimentação. Estes fios só deveriam estar quentes quando a fonte de alimentação estiver plugada e o interruptor ligado.
Verde ou verde com uma faixa amarela. Esta é o fio GND. Deve ser conectado ao chassi do PC e deve ajudar a aterrar a fonte de alimentação.
No interruptor, as abas para os fios são normalmente de cores codificadas; se não, você achará que a maioria dos interruptores tem duas abas paralelas e duas abas angulares. Se o interruptor não tiver nenhuma codificação de cor, plugue os fios azul e marrom nas abas que estão paralelas e os fios preto e branco nas abas que são angulares. Se nenhuma das abas é angular, simplesmente tenha certeza que os fios azul e marron são plugados nas abas que estão mais próximas uma da outra em um lado do interruptor e os fios preto e branco nas abas que estão mais próximas do outro lado.
Veja a figura abaixo como um guia:
Contanto que os fios azul e marrom estejam fixados em um conjunto de abas e os fios preto e branco no outro conjunto, o interruptor e a fonte funcionarão corretamente. Se você misturar os fios incorretamente, você terá um curtocircuito.
Todas as fontes ATX e subseqüentes que empregam o conector de 20 pinos para a placa mãe usam o sinal PS_ON para ligar o sistema. Como resultado, o interruptor remoto não controla fisicamente o acesso da fonte de alimentação aos 110v da rede, como nas fontes de alimentação antigas. Ao invés, o estado ligado ou desligado da fonte de alimentação é chaveado por um sinal PS_ON recebido no pino 14 do conector principal ATX.
O sinal PS_ON pode ser gerado fisicamente pelo interruptor do computador ou eletronicamente pelo sistema operacional. PS_ON é um sinal ativo baixo, significando que a saída da fonte de alimentação não está fornecendo tensão (o sistema está desligado) quando o sinal PS_ON está alto (maior que ou igual a 2.0v). Isto exclui os +5VSB (espera) no pino 9 que é ativo sempre que a fonte de alimentação é conectada a uma alimentação de CA. O sinal de PS_ON é mantido pela fonte de alimentação a 3.3v ou 5v. Este sinal é dirigido então pela placa mãe ao interruptor remoto na frente do gabinete. Quando o interruptor é apertado, o sinal de PS_ON é aterrado. Quando a fonte de alimentação percebe o sinal PS_ON (0.8v ou menos), a fonte de alimentação (e sistema) é ligado. Assim, o interruptor em um sistema estilo ATX (que inclui os sistemas NLX e SFX também) conduz até o limite de +5v CC, no lugar de 115v-230v CA dos padrões AT/LPX.
CUIDADO
A presença contínua do +5VSB no pino 9 do conector ATX significa que a placa mãe está sempre recebendo alimentação auxiliador da fonte de alimentação enquanto conectada a tomada, até mesmo quando o computador está desligado. Como resultado, é até mesmo mais crucial desilagar da tomada um sistema ATX de fonte de alimentação antes de trabalhar no hardware.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Plavrinha do Autor
Oi Galerinha que acessa o blog mais badalado sobre computador hoje vim falar mais um pouco sobre o blog
esse blog foi feito para pessoas que não sabem o que é computador ou que sabem e querem aprender mais
um pouco.
O fiz para as pessoas terem noção do que é computador muitas pessoas acham que computador é só redes sociais e pesquisas mais não sabem o de que é feito o computador como ele funciona,a maioria não sabe o que é placa de vídeo.
Mais esse blog veio para solucionar o problema nó ensinamos tudo de que você precisa eficiência e facilidade
aqui você vai aprender tudo sobre o computador desde o começo até o mais complicado você até vai aprender quais são as melhores peças para o seu computador
Atenciosamente
administração Computador brazil
Espero que gostem do blog!!!
esse blog foi feito para pessoas que não sabem o que é computador ou que sabem e querem aprender mais
um pouco.
O fiz para as pessoas terem noção do que é computador muitas pessoas acham que computador é só redes sociais e pesquisas mais não sabem o de que é feito o computador como ele funciona,a maioria não sabe o que é placa de vídeo.
Mais esse blog veio para solucionar o problema nó ensinamos tudo de que você precisa eficiência e facilidade
aqui você vai aprender tudo sobre o computador desde o começo até o mais complicado você até vai aprender quais são as melhores peças para o seu computador
Atenciosamente
administração Computador brazil
Espero que gostem do blog!!!
Tudo Sobre o COMPUTADOR
As primeiras máquinas de computar
Pascaline, máquina calculadora feita por Blaise Pascal.
John Napier (1550-1617), escocês inventor dos logaritmos, também inventou os ossos de Napier, que eram tabelas de multiplicação gravadas em bastão, o que evitava a memorização da tabuada.
A primeira máquina de verdade foi construída por Wilhelm Schickard, sendo capaz de somar, subtrair, multiplicar e dividir. Essa máquina foi perdida durante a guerra dos trinta anos, sendo que recentemente foi encontrada alguma documentação sobre ela. Durante muitos anos nada se soube sobre essa máquina, por isso, atribuía-se a Blaise Pascal (1623-1662) a construção da primeira máquina calculadora, que fazia apenas somas e subtrações.
A máquina Pascal foi criada com objetivo de ajudar seu pai a computar os impostos em Rouen, França. O projeto de Pascal foi bastante aprimorado pelo matemático alemão Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1726), que também inventou o cálculo, o qual sonhou que, um dia no futuro, todo o raciocínio pudesse ser substituído pelo girar de uma simples alavanca.
Todas essas máquinas, porém, estavam longe de ser um computador de uso geral, pois não eram programáveis. Isto quer dizer que a entrada era feita apenas de números, mas não de instruções a respeito do que fazer com os números.
[editar]Babbage
Réplica (parte) do Calculador Diferencial criado por Charles Babbage.
A origem da idéia de programar uma máquina vem da necessidade de que as máquinas de tecer produzissem padrões de cores diferentes. Assim, no século XVIII foi criada uma forma de representar os padrões em cartões de papel perfurado, que eram tratados manualmente. Em 1801, Joseph Marie Jacquard (1752-1834) inventa um tear mecânico, com uma leitora automática de cartões.
A ideia de Jacquard atravessou o Canal da Mancha, onde inspirou Charles Babbage (1792-1871), um professor de matemática de Cambridge, a desenvolver uma máquina de “tecer números”, uma máquina de calcular onde a forma de calcular pudesse ser controlada por cartões.
Tudo começou com a tentativa de desenvolver uma máquina capaz de calcular polinômios por meio de diferenças, o calculador diferencial. Enquanto projetava seu calculador diferencial, a idéia de Jacquard fez com que Babbage imaginasse uma nova e mais complexa máquina, o calculador analítico, extremamente semelhante ao computador atual.
Sua parte principal seria um conjunto de rodas dentadas, o moinho, formando uma máquina de somar com precisão de cinquenta dígitos. As instruções seriam lidas de cartões perfurados. Os cartões seriam lidos em um dispositivo de entrada e armazenados, para futuras referências, em um banco de mil registradores. Cada um dos registradores seria capaz de armazenar um número de cinquenta dígitos, que poderiam ser colocados lá por meio de cartões a partir do resultado de um dos cálculos do moinho.
Além disso tudo, Babbage imaginou a primeira máquina de impressão, que imprimiria os resultados dos cálculos, contidos nos registradores. Babbage conseguiu, durante algum tempo, fundos para sua pesquisa, porém não conseguiu completar sua máquina no tempo prometido e não recebeu mais dinheiro. Hoje, partes de sua máquina podem ser vistas no Museu Britânico, que também construiu uma versão completa, utilizando as técnicas disponíveis na época.
Junto com Babbage, trabalhou a jovem Ada Augusta, filha do poeta Lord Byron, conhecida como Lady Lovelace e Ada Lovelace. Ada foi a primeira programadora da história, projetando e explicando, a pedido de Babbage, programas para a máquina inexistente. Ada inventou os conceitos de subrotina, uma seqüência de instruções que pode ser usada várias vezes, loop, uma instrução que permite a repetição de uma seqüência de cartões, e do salto condicional, que permite saltar algum cartão caso uma condição seja satisfeita.
Ada Lovelace e Charles Babbage estavam avançados demais para o seu tempo, tanto que até a década de 1940, nada se inventou parecido com seu computador analítico. Até essa época foram construídas muitas máquinas mecânicas de somar destinadas a controlar negócios (principalmente caixas registradoras) e algumas máquinas inspiradas na calculadora diferencial de Babbage, para realizar cálculos de engenharia (que não alcançaram grande sucesso).
[editar]A máquina de tabular
O próximo avanço dos computadores foi feito pelo americano Herman Hollerith (1860-1929), que inventou uma máquina capaz de processar dados baseada na separação de cartões perfurados (pelos seus furos). A máquina de Hollerith foi utilizada para auxiliar no censo de 1890, reduzindo o tempo de processamento de dados de sete anos, do censo anterior, para apenas dois anos e meio. Ela foi também pioneira ao utilizar a eletricidade na separação, contagem e tabulação dos cartões.
A empresa fundada por Hollerith é hoje conhecida como International Business Machines, ou IBM.
[editar]Os primeiros computadores de uso geral
Z1, computador eletro-mecânico construído por Konrad Zuse.
O primeiro computador eletro-mecânico foi construído por Konrad Zuse (1910–1995). Em 1936, esse engenheiro alemão construiu, a partir de relês que executavam os cálculos e dados lidos em fitas perfuradas, o Z1. Zuse tentou vender o computador ao governo alemão, que desprezou a oferta, já que não poderia auxiliar no esforço de guerra. Os projetos de Zuse ficariam parados durante a guerra, dando a chance aos americanos de desenvolver seus computadores.
Foi na Segunda Guerra Mundial que realmente nasceram os computadores atuais. A Marinha dos Estados Unidos, em conjunto com a Universidade de Harvard, desenvolveu o computador Harvard Mark I, projetado pelo professor Howard Aiken, com base no calculador analítico de Babbage. O Mark I ocupava 120m³ aproximadamente, conseguindo multiplicar dois números de dez dígitos em três segundos.
Simultaneamente, e em segredo, o Exército dos Estados Unidos desenvolvia um projeto semelhante, chefiado pelos engenheiros J. Presper Eckert e John Mauchly, cujo resultado foi o primeiro computador a válvulas, o Eletronic Numeric Integrator And Calculator (ENIAC)[2], capaz de fazer quinhentas multiplicações por segundo. Tendo sido projetado para calcular trajetórias balísticas, o ENIAC foi mantido em segredo pelo governo americano até o final da guerra, quando foi anunciado ao mundo.
ENIAC, computador desenvolvido pelo Exército dos Estados Unidos.
No ENIAC, o programa era feito rearranjando a fiação em um painel. Nesse ponto John von Neumann propôs a idéia que transformou os calculadores eletrônicos em “cérebros eletrônicos”: modelar a arquitetura do computador segundo o sistema nervoso central. Para isso, eles teriam que ter três características:
Codificar as instruções de uma forma possível de ser armazenada na memória do computador. Von Neumann sugeriu que fossem usados uns e zeros.
Armazenar as instruções na memória, bem como toda e qualquer informação necessária a execução da tarefa, e
Quando processar o programa, buscar as instruções diretamente na memória, ao invés de lerem um novo cartão perfurado a cada passo.
Visão simplificada da arquitetura de Von Neumann.
Este é o conceito de programa armazenado, cujas principais vantagens são: rapidez, versatilidade e automodificação. Assim, o computador programável que conhecemos hoje, onde o programa e os dados estão armazenados na memória ficou conhecido como Arquitetura de von Neumann.
Para divulgar essa idéia, von Neumann publicou sozinho um artigo. Eckert e Mauchy não ficaram muito contentes com isso, pois teriam discutido muitas vezes com ele. O projeto ENIAC acabou se dissolvendo em uma chuva de processos, mas já estava criado o computador moderno.
[editar]Arquitetura de hardware
LEGENDA: 01- Monitor; 02- Placa-Mãe; 03- Processador; 04- Memória RAM; 05- Placas de Rede, Placas de Som, Vídeo, Fax...; 06- Fonte de Energia; 07- Leitor de CDs e/ou DVDs; 08- Disco Rígido (HD); 09- Mouse (Rato); 10- Teclado.
Mesmo que a tecnologia utilizada nos computadores digitais tenha mudado dramaticamente desde os primeiros computadores da década de 1940 (veja história do hardware), quase todos os computadores atuais ainda utilizam a arquitetura de von Neumann proposta por John von Neumann.
Seguindo a arquitetura, os computadores possuem quatro sessões principais, a unidade lógica e aritmética, a unidade de controle, a memória e os dispositivos de entrada e saída. Essas partes são interconectadas por barramentos. A unidade lógica e aritmética, a unidade de controle, os registradores e a parte básica de entrada e saída são conhecidos como a CPU.
Alguns computadores maiores diferem do modelo acima em um aspecto principal - eles têm múltiplas CPUs trabalhando simultaneamente. Adicionalmente, poucos computadores, utilizados principalmente para pesquisa e computação científica, têm diferenças significativas do modelo acima, mas eles não tem grande aplicação comercial.
[editar]Processamento
Ver artigo principal: Processamento
O processador (ou CPU) é uma das partes principais do hardware do computador e é responsável pelos cálculos, execução de tarefas e processamento de dados. A velocidade com que o computador executa as tarefas ou processa dados está diretamente ligada à velocidade do processador. As primeiras CPUs eram constituídas de vários componentes separados, mas desde meados da década de 1970 as CPUs vêm sendo manufaturadas em um único circuito integrado, sendo então chamadas microprocessadores.
A unidade lógica e aritmética (ULA) é a unidade central do processador, que realmente executa as operações aritméticas e lógicas entre dois números. Seus parâmetros incluem, além dos números operandos, um resultado, um comando da unidade de controle, e o estado do comando após a operação. O conjunto de operações aritméticas de uma ULA pode ser limitado a adição e subtração, mas também pode incluir multiplicação, divisão, funções trigonométricas e raízes quadradas. Algumas podem operar somente com números inteiros, enquanto outras suportam o uso de ponto flutuante para representar números reais (apesar de possuírem precisão limitada).
A unidade de controle é a unidade do processador que armazena a posição de memória que contém a instrução corrente que o computador está executando, informando à ULA qual operação a executar, buscando a informação (da memória) que a ULA precisa para executá-la e transferindo o resultado de volta para o local apropriado da memória. Feito isto, a unidade de controle vai para a próxima instrução (tipicamente localizada na próxima posição da memória, a menos que a instrução seja uma instrução de desvio informando que a próxima instrução está em outra posição.
A CPU também contém um conjunto restrito de células de memória chamados registradores que podem ser lidos e escritos muito mais rapidamente que em outros dispositivos de memória. São usados frequentemente para evitar o acesso contínuo à memória principal cada vez que um dado é requisitado.
[editar]Memória
Ver artigo principal: Memória
A memória é um dispositivo que permite ao computador armazenar dados por certo tempo. Atualmente o termo é geralmente usado para definir as memórias voláteis, como a RAM, mas seu conceito primordial também aborda memórias não voláteis, como o disco rígido. Parte da memória do computador é feita no próprio processador; o resto é diluído em componentes como a memória RAM, memória cache, disco rígido e leitores de mídias removíveis, como disquete, CD e DVD.
Nos computadores modernos, cada posição da memória é configurado para armazenar grupos de oito bits (chamado de um byte). Cada byte consegue representar 256 números diferentes; de 0 a 255 ou de -128 a +127. Para armazenar números maiores pode-se usar diversos bytes consecutivos (geralmente dois, quatro ou oito). Quando números negativos são armazenados, é utilizada a notação de complemento para dois.
A memória do computador é normalmente dividida entre primária e secundária, sendo possível também falar de uma memória "terciária".
[editar]Memória primária
Ver artigo principal: Memória RAM, Memória ROM
A memória primária é aquela acessada diretamente pela Unidade Lógica e Aritmética. Tradicionalmente essa memória pode ser de leitura e escrita (RAM) ou só de leitura (ROM). Atualmente existem memórias que podem ser classificadas como preferencialmente de leitura, isso é, variações da memória ROM que podem ser regravadas, porém com um número limitado de ciclos e um tempo muito mais alto.
Normalmente a memória primária se comunica com a ULA por meio de um barramento ou canal de dados. A velocidade de acesso a memória é um fator importante de custo de um computador, por isso a memória primária é normalmente construída de forma hierárquica em um projeto de computador. Parte da memória, conhecida como cache fica muito próxima à ULA, com acesso muito rápido. A maior parte da memória é acessada por meio de vias auxiliares.
Normalmente a memória é nitidamente separada da ULA em uma arquitetura de computador. Porém, os microprocessadores atuais possuem memória cache incorporada, o que aumenta em muito sua velocidade.
Memória RAM
Memória RAM de um PC.
A memória RAM (Random Access Memory) é uma sequência de células numeradas, cada uma contendo uma pequena quantidade de informação. A informação pode ser uma instrução para dizer ao computador o que fazer. As células podem conter também dados que o computador precisa para realizar uma instrução. Qualquer célula pode conter instrução ou dado, assim o que em algum momento armazenava dados pode armazenar instruções em outro momento. Em geral, o conteúdo de uma célula de memória pode ser alterado a qualquer momento, a memória RAM é um rascunho e não um bloco de pedra.
As memórias RAM são denominadas genericamente de DRAM (RAM dinâmica), pelo fato de possuírem uma característica chamada refrescamento de memória, que tem a finalidade de regravar os dados armazenados em intervalos regulares de tempo,o que é necessário para a manutenção de seu conteúdo. O tamanho de cada célula, e o número de células, varia de computador para computador, e as tecnologias utilizadas para implementar a memória RAM variam bastante. Atualmente o mais comum é a implementação em circuitos integrados.
Memória ROM
Memória ROM de um PC.
A memória ROM (Read-Only Memory) é uma memória que só pode ser lida e os dados não são perdidos com o desligamento do computador. A diferença entre a memória RAM e a ROM é que a RAM aceita gravação, regravação e perda de dados. Mesmo se for enviada uma informação para ser gravada na memória ROM, o procedimento não é executado (esta característica praticamente elimina a criação de vírus que afetam a ROM).
Um software gravado na ROM recebe o nome de firmware. Em computadores da linha IBM-PC eles são basicamente três, que são acessados toda vez que ligamos o computador, a saber: BIOS, POST e SETUP.
Existe uma variação da ROM chamada memória preferencialmente de leitura que permite a re-gravação de dados. São as chamadas EPROM (Erasable Programmable Read Only Memory) ou EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read-Only Memory).
[editar]Memória secundária
A memória secundária ou memória de massa é usada para gravar grande quantidade de dados, que não são perdidos com o desligamento do computador, por um período longo de tempo. Exemplos de memória de massa incluem o disco rígido e mídias removíveis como o CD-ROM, o DVD, o disquete e o pen drive.
Normalmente a memória secundária não é acessada diretamente pela ULA, mas sim por meio dos dispositivos de entrada e saída. Isso faz com que o acesso a essa memória seja muito mais lento do que o acesso a memória primária. Para isso cada dispositivo encontra-se com um buffer de escrita e leitura para melhoramento de desempenho.
Supostamente, consideramos que a memória terciária está permanentemente ligada ao computador.
[editar]Memória terciária
Fita magnética para gravação de dados.
Sistemas mais complexos de computação podem incluir um terceiro nível de memória, com acesso ainda mais lento que o da memória secundária. Um exemplo seria um sistema automatizado de fitas contendo a informação necessária. A memória terciária não é nada mais que um dispositivo de memória secundária ou memória de massa colocado para servir um dispositivo de memória secundária.
As tecnologias de memória usam materiais e processos bastante variados. Na informática, elas têm evoluído sempre em direção de uma maior capacidade de armazenamento, maior miniaturização, maior rapidez de acesso e confiabilidade, enquanto seu custo cai constantemente.
Entretanto, a memória de um computador não se limita a sua memoria individual e física, ela se apresenta de maneira mais ampla, e sem lugar definido (desterritorializada). Temos possibilidades de armazenar em diversos lugares na rede, podemos estar em Cairo e acessar arquivos que foram armazenados em sítios no Brasil.
É crescente a tendência para o armazenamento das informações na memória do espaço virtual, ou o chamado ciberespaço, através de discos virtuais e anexos de e-mails. Isto torna possível o acesso a informação a partir de qualquer dispositivo conectado à Internet.
[editar]Entrada e saída
Ver artigo principal: Entrada e saída
Mouse
Os dispositivos de entrada e saída (E/S) são periféricos usados para a interação homem-computador. Nos computadores pessoais modernos, dispositivos comuns de entrada incluem o mouse (ou rato), o teclado, o digitalizador e a webcam. Dispositivos comuns de saída incluem a caixa de som, o monitor[3] e a impressora.
O que todos os dispositivos de entrada têm em comum é que eles precisam codificar (converter) a informação de algum tipo em dados que podem ser processados pelo sistema digital do computador. Dispositivos de saída por outro lado, descodificam os dados em informação que é entendida pelo usuário do computador. Neste sentido, um sistema de computadores digital é um exemplo de um sistema de processamento de dados.
Processo este, que consiste basicamente em três fases: Entrada, Processameto e Saída. Entendemos por entrada todo o procedimento de alimentação de informações, que por sua vez serão processadas (fase de processamento) e após isso, são repassadas as respostas ao usuário (saída).
Podemos ter dispositivos que funcionam tanto para entrada como para saída de dados, como o modem e o drive de disquete. Atualmente, outro dispositivo híbrido de dados é a rede de computadores.
Blocos funcionais de um computador.
[editar]Barramentos
Para interligar todos esses dispositivos existe uma placa de suporte especial, a placa-mãe, que através de barramentos, fios e soquetes conecta todos os dispositivos. Sua função inclui também a conexão de placas auxiliares que sub-controlam os periféricos de entrada e saída, como a placa de som (conecta-se com a caixa de som), a placa de vídeo (conecta-se com o monitor), placa de rede (conecta-se com a LAN) e o fax-modem (conecta-se com a linha telefônica).
Nota-se que o barramento entre os componentes não constitui uma conexão ponto-a-ponto; ele pode conectar logicamente diversos componentes utilizando o mesmo conjunto de fios. O barramento pode utilizar uma interface serial ou uma interface paralela.
Outros equipamentos adicionais usados em conjunto com a placa-mãe são o dissipador, um pequeno ventilador para resfriar o processador, e a fonte de energia, responsável pela alimentação de energia de todos os componentes do computador.
[editar]Arquitetura de software
[editar]Instruções
A principal característica dos computadores modernos, o que o distingue de outras máquinas, é que pode ser programado. Isto significa que uma lista de instruções pode ser armazenada na memória e executa posteriormente.
Diagrama de linguagem de programação compilada em linguagem de máquina.
As instruções executadas na ULA discutidas acima não são um rico conjunto de instruções como a linguagem humana. O computador tem apenas um limitado número de instruções bem definidas. Um exemplo típico de uma instrução existente na maioria dos computadores é "copie o conteúdo da posição de memória 123 para a posição de memória 456", "adicione o conteúdo da posição de memória 510 ao conteúdo da posição 511 e coloque o resultado na posição 507" e "se o conteúdo da posição 012 é igual a 0, a próxima instrução está na posição 678".
Instruções são representadas no computador como números - o código para "copiar" poderia ser 007, por exemplo. O conjunto particular de instruções que um computador possui é conhecido como a linguagem de máquina do computador. Na prática, as pessoas não escrevem instruções diretamente na linguagem de máquina mas em uma linguagem de programação, que é posteriormente traduzida na linguagem de máquina através de programas especiais, como interpretadores e compiladores. Algumas linguagens de programação se aproximam bastante da linguagem de máquina, como o assembly (linguagem de baixo nível); por outro lado linguagens como o Prolog são baseadas em princípios abstratos e se distanciam bastante dos detalhes da operação da máquina (linguagens de alto nível).
A execução das instruções é tal como ler um livro. Apesar da pessoa normalmente ler cada palavra e linha em sequência, é possível que algumas vezes ela volte para pontos anteriores do texto de interesse ou passe sessões não interessantes. Da mesma forma, um computador que segue a arquitetura de von Neumann executa cada instrução de forma sequencial, da maneira como foram armazenadas na memória. Mas, através de instruções especiais, o computador pode repetir instruções ou avançá-las até que alguma condição seja satisfeita. Isso é chamado controle do fluxo e é o que permite que o computador realize tarefas repetitivamente sem intervenção humana.
Uma pessoa usando uma calculadora pode realizar operações aritméticas como somar número apertando poucos botões. Mas somar sequencialmente os números de um a mil iria requerer apertar milhares de vezes os botões, com uma alta probabilidade de erro em alguma iteração. Por outro lado, computadores podem ser programados para realizar tal tarefa com poucas instruções, e a execução e extremamente rápida.
Mas os computadores não conseguem pensar, eles somente executam as instruções que fornecemos. Um humano instruído, ao enfrentar o problema da adição explicado anteriormente, perceberia em algum momento que pode reduzir o problema usando a seguinte equação:
e chegar na mesma resposta correta com pouco trabalho. Alguns computadores modernos conseguem tomar algumas decisões para acelerar a execução dos programas ao prever instruções futuras e reorganizar a ordem de instruções sem modificar seu significado. Entretanto, os computadores ainda não conseguem determinar instintivamente uma maneira mais eficiente de realizar sua tarefa, pois não possuem conhecimento para tal [4].
[editar]Programas
Ver artigo principal: Programa de computador
Programas são simplesmente grandes listas de instruções para o computador executar, tais com tabelas de dados. Muitos programas de computador contêm milhões de instruções, e muitas destas instruções são executadas repetidamente. Um computador pessoal típico (no ano de 2003) podia executar cerca de dois a três bilhões de instruções por segundo. Os computadores não têm a sua extraordinária capacidade devido a um conjunto de instruções complexo. Apesar de existirem diferenças de projeto com CPU com um maior número de instruções e mais complexas, os computadores executam milhões de instruções simples combinadas, escritas por bons "programadores". Estas instruções combinadas são escritas para realizar tarefas comuns como, por exemplo, desenhar um ponto na tela. Tais instruções podem então ser utilizadas por outros programadores.
Hoje em dia, muitos computadores aparentam executar vários programas ao mesmo tempo, o que é normalmente conhecido como multitarefa. Na realidade, a CPU executa as instruções de um programa por um curto período de tempo e, em seguida, troca para um outro programa e executa algumas de suas instruções. Isto cria a ilusão de vários programas sendo executados simultaneamente através do compartilhamento do tempo da CPU entre os programas. Este compartilhamento de tempo é normalmente controlado pelo sistema operacional. Nos casos em que o computador possui dois núcleos de processamento, cada núcleo processa informações de um programa, diminuindo assim o tempo de processamento.
[editar]Sistema operacional
Ver artigo principal: Sistema operacional
Um computador sempre precisa de no mínimo um programa em execução por todo o tempo para operar. Tipicamente este programa é o sistema operacional (ou sistema operativo), que determina quais programas vão executar, quando, e que recursos (como memória e E / S) ele poderá utilizar. O sistema operacional também fornece uma camada de abstração sobre o hardware, e dá acesso aos outros programas fornecendo serviços, como programas gerenciadores de dispositivos ("drivers") que permitem aos programadores escreverem programas para diferentes máquinas sem a necessidade de conhecer especificidades de todos os dispositivos eletrônicos de cada uma delas.
[editar]Impactos do computador na sociedade
Visualização gráfica de várias rotas em uma porção da Internet mostrando a escalabilidade da rede
Segundo Pierre Lévy, no livro "Cibercultura", o computador não é mais um centro, e sim um nó, um terminal, um componente da rede universal calculante. Em certo sentido, há apenas um único computador, mas é impossível traçar seus limites, definir seu contorno. É um computador cujo centro está em toda parte e a circunferência em lugar algum, um computador hipertextual, disperso, vivo, fervilhante, inacabado: o ciberespaço em si.
O computador evoluiu em sua capacidade de armazenamento de informações, que é cada vez maior, o que possibilita a todos um acesso cada vez maior a informação. Isto significa que o computador agora representa apenas um ponto de um novo espaço, o ciberespaço. Essas informações contidas em computadores de todo mundo e presentes no ciberespaço, possibilitam aos usuários um acesso a novos mundos, novas culturas, sem a locomoção física. Com todo este armazenamento de textos, imagens, dados, etc.
Houve também uma grande mudança no comportamento empresarial, com uma forte redução de custo e uma descompartimentalização das mesmas. Antes o que era obstante agora é próximo, as máquinas, componentes do ciberespaço, com seus compartimentos de saída, otimizaram o tempo e os custos.
[editar]Classificação dos computadores
Computadores podem ser classificados de acordo com a função que exercem ou pelas suas dimensões (capacidade de processamento). A capacidade de processamento é medida em flops.
[editar]Quanto à Capacidade de Processamento
Microcomputador - Também chamado Computador pessoal ou ainda Computador doméstico. Segundo a Lista Top 10 Flops, chegam atualmente aos 107,58 GFlops[5] (Core i7 980x da Intel).
Console ou videogame - Ao mesmo tempo função e capacidade. Não chega a ser um computador propriamente dito, mas os atuais PlayStation 3 e Xbox 360 alcançam 218 e 115 GFlops respectivamente.
Mainframe - Um computador maior em tamanho e mais poderoso. Segundo a Lista Top500 de jun/2010, ficam na casa dos TFlops (de 20 a 80 TFlops), recebendo o nome comercial de servidores (naquela lista), que na verdade é a função para a qual foram fabricados e não sua capacidade, que é de mainframe.
Supercomputador - Muito maior em dimensões, pesando algumas toneladas e capaz de, em alguns casos, efetuar cálculos que levariam 100 anos para serem calculados em um microcomputador. Seu desempenho ultrapassa 80 TFlops, chegando a 1.750 TFlops (1,75 PFlops)[6].
[editar]Quanto às suas Funções
Console ou videogame - Como dito não são computadores propriamente ditos, mas atualmente conseguem realizar muitas, senão quase todas, as funções dos computadores pessoais.
Servidor (server) - Um computador que serve uma rede de computadores. São de diversos tipos. Tanto microcomputadores quanto mainframes são usados como servidores.
Estação de trabalho (workstation) - Serve um único usuário e tende a possuir hardware e software não encontráveis em computadores pessoais, embora externamente se pareçam muito com os computadores pessoais. Tanto microcomputadores quanto mainframes são usados como estações de trabalho.
Sistema embarcado, computador dedicado ou computador integrado (embedded computer) - De menores proporções, é parte integrante de uma máquina ou dispositivo. Por exemplo uma unidade de comando da injeção eletrônica de um automóvel, que é específica para atuar no gerenciamento eletrônico do sistema de injeção de combustível e ignição. Eles são chamados de dedicados pois executam apenas a tarefa para a qual foram programados. Tendem a ter baixa capacidade de processamento, às vezes inferior aos microcomputadores.
sábado, 7 de abril de 2012
Como escolher um monitor?
Ao adquirir um monitor, boa parte das pessoas leva em conta apenas algumas características básicas, como marca, tamanho e preço. Para não se arrepender depois da compra, é bom prestar atenção em alguns outros detalhes que podem fazer a diferença na sua experiência de utilização, como resolução, contraste, brilho e conexões disponíveis.
E se você não sabe por onde começar ou não entende esses termos, o TechTudo explicará as principais especificações contidas nas fichas técnicas para que você escolha melhor o seu próximo monitor.
Tecnologia
Atualmente, grande parte dos monitores vendidos são de LCD, sigla que, em português, significa Display de Cristal Líquido. Nas lojas, também é possível encontrar monitores do tipo CRT (os monitores de tubo, mais antigos) e LED, uma pequena variação da tecnologia LCD.
As imagens no monitor CRT são formadas por um feixe de elétrons que percorre a tela. Esses monitores possuem baixo custo, fornecem ótimo brilho e contraste de cores e podem funcionar em diferentes resoluções sem distorcer muito a imagem, ao contrário do que ocorre nos monitores LCD. Em contrapartida, os monitores CRT consomem mais energia e são mais pesados, além de ocorrer um efeito de cintilação (chamado de efeito flicker, quando a tela parece “piscar” continuamente) em baixas frequências (60 Hz ou menos), o que pode prejudicar a visão a longo prazo.
Uma opção mais moderna é o monitor LCD, mais fino, com menor consumo de energia, livre do efeito flicker e que está cada vez mais barato, tornando-se um excelente custo-benefício. Os monitores de LCD possuem uma iluminação traseira, chamada de backlight, para que os subpixels da tela (vermelho, verde e azul) fiquem iluminados. Ao bloquear parte da luz, por meio de componentes eletrônicos, uma imagem é formada.
No monitor LED, essa iluminação é feita por pequenas lâmpadas de LED, o que proporciona um menor consumo de energia e melhor relação de brilho e contraste, mas torna o produto mais caro.
Resolução
Quanto maior a resolução, melhor será a definição da imagem e o espaço para trabalhar. Com a diminuição dos preços dos monitores de LCD, uma boa opção é adquirir uma tela com resolução full HD, de 1920x1080 pixels, que custa a partir de R$ 400.
No caso dos monitores LCD e LED, sempre utilize a resolução nativa (geralmente a resolução máxima) para evitar distorções na imagem, principalmente em telas widescreen, que podem esticar a imagem de maneira desproporcional.
Formato
Os dois principais formatos de tela são 4:3 (normal) e 16:9 (widescreen). O formato 4:3 proporciona um bom número de linhas horizontais, o que facilita a leitura e a edição de textos. Já o formato 16:9 é perfeito para assistir filmes que, em geral, já adotam o padrão widescreen. Assim, você aproveita melhor o espaço disponibilizado pelo monitor e diminui as famosas “barras pretas” dos vídeos. Outra vantagem do formato wide é a produtividade: com um monitor de alta resolução, é possível colocar uma janela do lado da outra, sem prejuízos para a visualização, ao invés de trocar de janelas, como faria em um monitor 4:3.
Para descobrir o formato do seu monitor, basta dividir a largura pela altura da resolução nativa. Se o resultado der 1,33 (exemplo: 800x600 ou 1024x768), a tela é normal. Se der 1,78 (exemplo: 1366x768 ou 1920x1080), a tela é widescreen.
Também é possível que o resultado seja diferente dos dois exemplos. Nesse caso, quanto maior o resultado, mais “wide” (largo) é a tela.
Tempo de resposta
Quando a tecnologia LCD ainda estava se popularizando, era comum encontrar monitores com tempo de resposta de 25 ms. Tempo de resposta é o tempo que um pixel leva para acender ou apagar, gerando a imagem na tela. Se o intervalo de tempo for muito grande, um “efeito fantasma” é gerado, fazendo com que as imagens em movimento pareçam ter “sombras”, o que é especialmente indesejável no caso de filmes e games com imagens rápidas de ação. Hoje, a maioria dos monitores possuem tempo de resposta entre 2 e 5 ms.
Brilho e contraste
O brilho e o contraste do monitor devem ser levados em conta principalmente pelos que trabalham com edição de imagem ou querem obter a melhor fidelidade de cores possível. O brilho é medido por cd/m² (candela por metro quadrado). Já o contraste é apenas uma diferença entre a luminosidade do branco mais forte e o preto mais escuro.
- Os melhores monitores para o público em geral possuem brilho de 300 cd/m² ou mais. Para obter boa fidelidade, é recomendado que se tenha uma tela com contraste de 800:1 ou mais. No entanto, com a criação do “contraste dinâmico” pelas fabricantes, a especificação acabou virando apenas uma medida de marketing, com valores de “5.000.000:1” ou até “50.000.000:1” em telas de LCD - assim como ocorreu com os watts PMPO, que não representam necessariamente a potência de um sistema de som e, na prática, não fazem muita diferença para o usuário final. Um monitor com contraste dinâmico pode ajustar a intensidade do backlight conforme a imagem exibida na tela.
Conexões
O padrão mais popular e com melhor custo-benefício é o DVI. Assim como o HDMI, o DVI transporta os dados da imagem da placa de vídeo para o monitor de maneira digital, evitando perda de qualidade, diferente do padrão VGA, onde é necessária a conversão do sinal digital para o analógico.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Historia do IMAC
Steve Jobs juntou as linhas de produto grandes e confusas da companhia após tornar-se seu CEO em 1997, reduzindo os computadores disponíveis à série Power Macintosh G3. Tendo cancelado a série Performa, para usuários domésticos, a Apple buscava um novo produto com a mesma linha de preço do Performa. A companhia anunciou o iMac em 7 de maio de 1998 e começou a enviar o computador em 15 de agosto do mesmo ano. O lançamento do iMac foi um evento memorável para seu tempo e teve um grande impacto tanto na companhia como na indústria de computadores como um todo.
Naquela época, a Apple já era a única a produzir computadores pessoais all-in-one (todos componentes agrupados, como CPU, monitor, drive de CD, etc.). Esteticamente falando, o iMac foi diferente de qualquer outro computador lançado antes dele. Era feito de plástico colorido translúcido, numa cor que a Apple chamou de "bondi blue", uma espécie de azul petróleo, e tinha formato deovo em torno de um monitor CRT de 15 polegadas. As interfaces do computador estavam escondidas por trás de uma pequena porta no lado direito do iMac. Duas entradas de fone de ouvido complementavam os alto-falantes estéreo incluídos. O design é creditado a Jonathan Ive, atualmente vice-presidente de design industrial na companhia.
Antigas conexões ADB, SCSI e GeoPort foram eliminadas em favor das novas portas USB e o drive para disquete foi descartado. Apesar dessas já serem tecnologias um tanto ultrapassadas, a decisão da Apple foi um tanto a frente de seu tempo e foi muito debatida. Na época, não havia outra maneira analógica de trocar arquivos pequenos com outras máquinas existentes, fazendo com que fosse necessário a compra de um drive externo USB (que vendeu bem nos primeiros anos do iMac G3). Criar cópias de backup era lento sob uma conexão USB 1.1, que opera a 12 Mbit/s (1,5 MB/s). Os puristas sentiram que os arquivos tinham de ser transferidos por compartilhamento de arquivos via rede ou via e-mail.
O teclado e o mouse do iMac foram redesenhados com plástico translúcido e cor semelhante ao iMac. O teclado era menor que os modelos anteriores da Apple, com letras brancas em teclas pretas, que atraiu debate. O mouse tinha um formato redondo, instantaneamente tachado como "desnecessariamente difícil" para usuários com mãos grandes e foi considerado particularmente repreensível por parte da Apple, pioneira da interface gráfica. A Apple continuou fabricando o modelo, mas adicionou uma pequena linha divisória para os usuários saberem onde ficava o botão. Mais tarde, um mouse óptico conhecido como Apple Pro Mouse substituiu o mouse redondo em todas as linhas de hardware da companhia. Em 2005 a Apple trocou o Pro Mouse pelo Mighty Mouse, para o novo iMac G5.
iMac G5 com câmera iSight integrada
Sobre o IMAC
O iMac é um modelo de computador que foi lançado nos anos 90 pela Apple, empresa norte-americana da área de informática, comandada, na época, por seu grande CEO Steve Jobs, para revolucionar o mercado de computadores pessoais (PC). Seu diferencial se baseava em um design arrojado, com cores fortes de alto contraste e diversos atributos novos, com o intuito de atrair o público jovem e popularizar a marca.
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